Escrito nas estrelas letras

Escrito Nas Estrelas Alex e Alex. Olha pra mim E veja como Deus trabalhou na minha história Já sofri descepições e já chorei tantas derrotas Mas não desisti Olha pro céu E veja em sua vida está escrito nas estrelas O teu sucesso já é certo nada cala está certeza Nem a voz da sua Fé Enquanto você louva e adora Deus ouviu seus limites Alex e Alex - Escrito Nas Estrelas (Letra e música para ouvir) - Olha pra mim / E veja como Deus trabalhou na minha história / Já sofri decepções e já chorei tantas derrotas / Mas não desisti / Olha pro céu / E Tetê Espíndola - Escrito nas Estrelas (Letra e música para ouvir) - Você pra mim foi o sol / De uma noite sem fim / Que acendeu o que sou / E renasceu tudo em mim / Agora eu sei muito bem / Que eu nasci só pra ser / Sua Posso ver o nosso amor ta escrito nas estrelas. Top Letras de Juann Cateli. Escrito nas Estrelas; Volta Pra Mim; Pela Web. Cupons e Promoções. Resgate cupons de compra: Kindle, Livros, Eletrônicos e mais Amazon. Quem somos; Política de privacidade; Termos de uso; Envie uma Letra; Contato Elizangela Miguel - Escrito Nas Estrelas (Letras y canción para escuchar) - A gente sabe que todo vez é a mesma coisa / Vem as litas e os conselhos, é melhor desistir / Mas será que ninguem entende a dor que o peito sente / Os Tetê Espíndola - Escrito nas Estrelas (Letras y canción para escuchar) - Você pra mim foi o sol / De uma noite sem fim / Que acendeu o que sou / E renasceu tudo em mim / / Agora eu sei muito bem / Que eu nasci só pra ser / Sua Escrito Nas Estrelas Alex e Alex. Compositor: Não Disponível. Olha pra mim E veja como Deus trabalhou na minha história Já sofri decepções e já chorei tantas derrotas Mas não desisti Olha pro céu E veja em sua vida está escrito nas estrelas O teu sucesso já é certo nada cala está certeza Nem a voz da sua Fé Enquanto você louva e ... Estava escrito nas estrelas Estava, sim Você me deu atenção E tomou conta de mim Por isso minha intenção É prosseguir sempre assim Pois sem você, meu tesão Não sei o que eu vou ser Agora preste atenção Quero casar com você 27/jan/2020 - Explore a pasta 'escrito nas estrelas' de Angela Nabhan, seguida por 289 pessoas no Pinterest. Veja mais ideias sobre Fontes de letra, Desenho de letras à mão, Monograma. Escrito Nas Estrelas Ivete Sangalo. Você pra mim foi o sol De uma noite sem fim Que acendeu o que sou E renasceu tudo em mim Agora eu sei muito bem Que eu nasci só pra ser Sua parceira, seu bem E só morrer de prazer Caso do acaso Bem marcado em cartas de tarô Meu amor, esse amor De cartas claras sobre a mesa É assim Signo do destino

Peles e Espelhos

2020.05.02 13:38 amornostemposdequa Peles e Espelhos

Tocava Stevie Wonder nas caixinhas de som ligadas no meu notebook enquanto meus dedos frenéticos teclavam mais um conto como esse. Os dedos acostumados com o teclado barato que se tornou uma ferramenta, uma extensão de meus sentimentos mais profundos e secretos. Diferente de meu coração verde que inventava histórias sem nunca as ter vivido de fato.
Mergulhado naquela tarde vazia eu ouvi alguém chamar no portão. De quem era aquela voz? Era feminina, mas de ninguém que eu conhecia. Parecia uma voz de anjo. Engraçado, parece que chamou dentro da minha mente interrompendo meu raciocínio. Quem ainda está visitando alguém no meio dessa pandemia? Não liguei nem parei de escrever por um segundo. Estava tão concentrado naquele parágrafo que parecia que estava apaixonado pelas mesmas palavras que eu usava todo santo dia. Como se fosse um tecido que eu desfiava durante o sono e costurava novamente durante a vigília.
A porta do meu quarto estava meia aberta e a música nas caixinhas de som ainda tocava algum soul dos anos 70’s quando de repente minha mãe me chamou da sala.
— Calmae, mãe.. — eu disse sem tirar os olhos da tela do notebook e sem vontade nenhuma de sair da minha cadeira. E antes que eu pudesse terminar a última frase do parágrafo ela entrou no meu quarto bagunçado acompanhada de minha mãe.
— Ouh menino, levanta pra cumprimentar sua prima. Ela vai ficar um tempo aqui com a gente antes de voltar para o Rio.
Quando eu virei a cadeira giratória me deparei com uma das coisas mais lindas já vistas pela retina dos meus olhos secos de tanto ficar em frente a tela de um computador. Seus pés com as unhas brancas à francesa davam contraste com sua pele jambo e suas solinhas estavam vermelhas de tantas horas de tênis dentro do ônibus. Usava um short jeans e uma desprevenida blusa amarela de alça deixando a pele negra exposta a luz do sol que a beijava suavemente naquela tarde amena do interior de São Paulo. Usava uma trança no cabelo e seu olhar parecia tão forte e profundo. Parecia que me olhava dentro da alma. Eu não acredito em alma gêmea mas tem olhos que parecem um espelho refletindo coisas que nem nós mesmo sabíamos que existia dentro da gente.
Eu levantei para cumprimentá-la. Dei um beijinho no seu rosto e ela como boa carioca me segurou um segundinho a mais para me dar um segundo beijo no outro lado da minha bochecha. Vendo que eu estava tímido ela me puxou e me deu um abraço.
— Oi primo, você lembra de mim? — Ela disse enquanto sorria não só com a boca mas também com os olhos com a testa com o corpo inteiro. Ela tinha um sol sobre sua cabeça. É claro que eu não me apaixonei assim rápido. Na verdade, só depois de algum tempo que eu notei aquela beleza em todo seu esplendor. Até então em minha curta vida amorosa meu coração tinha apenas se iludido sem saber bem o porquê, com os arquétipos inalcançáveis que a televisão colocou profundamente em meu inconsciente medroso e frágil.
Mas eu não lembrava dela. Não daquele mulherão que eu tinha na minha frente. Talvez algum resquício no fundo da memória de uma vez em que fomos no Rio e ficamos na casa da minha tia. Na verdade, eu lembro dela sim. Mas como ela era mais velha a gente não teve muito contato. Eu era apenas um menino e ela uma pré-adolescente sem paciência para criancices. Cerca de quinze anos se passaram e eu nunca mais tive contato com ninguém de lá. Até esse momento.
Depois que ela tomou banho e se instalou no quarto que era do meu irmão fomos jantar na mesa da cozinha.
— Primo, eu fiquei tão feliz quando soube que você fazia letras também.
— Ah, sim. Eu achei legal você fazer também. — Eu disse enquanto pensava que esse era um daqueles raros momentos em que a gente deixa de se sentir de todo só no mundo. Sorri calado enquanto dava uma garfada na costela com mandioca que minha mãe tinha feito.
— Você está em qual ano? — Ela perguntou.
— Terceiro. Mas acho que eles vão cancelar o semestre. Nosso campus resolveu peitar o governo e não colocar o ensino a distancia.
— Nossa, que corajoso. Se esse governo não cair eles vão ter arrumado uma puta briga com esse ministro louco. Quando passar essa pandemia eu quero conhecer seu campus.
— Vamos sim.
— Mas Jade, como que está a Tereza? — Minha mãe perguntou enquanto enchia o copo de suco.
— Ah tia, minha mãe está bem. A última vez em que a vi foi em fevereiro antes de vir aqui para o interior e começar minha pós-graduação. Mas agora sem ônibus eu nem sei quando vou conseguir voltar para o Rio.
— Eles estão dizendo que em agosto mas eu duvido muito. Você viu menina, o povo tudo na rua levando essa doença na brincadeira.
— Eu vi, tia. Pelo que minha mãe fala, lá no Rio também nego não está nem aí e os hospitais já estão abarrotados de gente.
— Só Jesus, né minha filha. — Logo após minha mãe terminar a frase eu perguntei a Jade:
— Você pesquisa que área na sua pós?
— To fazendo pós-graduação em semiótica. Você já teve essa matéria?
— Sim, sim. Tivemos um professor incrível. Era foda as análises que ele fazia.
— Ah primo depois a gente pode trocar algumas figurinhas semióticas haha — Ela disse isso com alguma maldade nos olhos que me pegou desprevenido.
Seu sorriso era um mundo aberto. Sua energia era um universo a parte que nos convidava a interagir. Era difícil ficar imune aquela pessoa. Para mim as vezes era difícil até respirar perto daquela mulher. Timidez e inexperiência junto com as desconstruções da internet me faziam ficar calado toda a vez que ela fazia uma gracinha um pouco mais provocativa. Eu nunca soubera se ela estava me dando mole ou apenas sendo legal. Na dúvida eu ficava sem jeito e calado. Ela percebia. E ria. Sabia que mexia comigo a danada. Depois eu escrevia no word toda minha afobação por estar perto dela. Mesmo com esse nó que eu tinha dentro de mim não demoramos a flertar pesadamente dentro de casa.
Certo dia de isolamento, em que ninguém sabia mais qual dia da semana era, ela entrou no meu quarto enquanto eu escrevia no notebook. Senti um cheiro de loção pós banho de maracujá invadir minhas narinas. Parecia um cheiro de mar. Tropical e fresco como agua de coco no calor de uma praia deserta.
Sua presença quente e seu perfume amarelo me excitaram de uma forma. Era como alguém tivesse apertado um botão dentro de mim. Claro, que já estávamos há não sei quanto tempo sem transar então não era de estranhar alguma tensão sexual no ambiente.
Apesar de já estar acostumado de ficar na sexa naqueles tempos eu estava tocando no mínimo duas por dia. Meus contos estavam mais eróticos que o normal. Tudo era tesão, raiva e medo. Notícias trágicas na minha linha do tempo vinham seguidas de nudes, soft porn e xingamentos às loucuras do presidente. Não exatamente nessa ordem. Eu as vezes sentia que ia explodir como uma bomba! De nêutrons, de hormônios, de amor.
Ela sentou na minha cama e ficou me olhando escrever enquanto tocava bacu exu do blues na minha caixinha de som. Seus pés macios como seda tocavam com as pontas dos dedos o tapete de crochê que minha mãe tinha feito. Ela estava mais calada que o normal e dessa vez foi eu que tomei a iniciativa para começar a conversa.
— Jade, o que você faria se estivesse afim de alguém mas não sabe se é reciproco ou não. É para um personagem que tô escrevendo aqui.
— humm.. depende da pessoa. Eu geralmente costumo ficar olhando calada, dando uma indiretas até a pessoa falar alguma coisa.
— E se a pessoa não percebe ou não toma a iniciativa?
— Aí ela perde TUUUDO ISSO haha — Ela disse isso e deu uma risada gostosa jogando seu corpão na cama.
Salvei o documento que eu estava escrevendo e deitei na cama ao seu lado. Ela encostou em mim deitando sua cabeça em meu bíceps. Quase pedia por um carinho como uma gata. Senti o cheiro de seu cabelo crespo e alto. Um vapor quente saía de seus poros e entrava direto na minha alma fazendo meu coração bater fortemente.
Nos olhamos de frente e novamente aquela sensação de alma gêmea surgiu como se estivéssemos espelhando nossas vidas conturbadas. Senti medo de me conhecer. Eu tenho medo de me conhecer mas ali com aqueles olhinhos castanhos me olhando e me devorando, eu sentia que a muralha do medo dentro de mim começava a ceder.
A janela do quarto estava aberta e deu pra ver uma estrela cadente cortando o céu como um meteoro da paixão. Sim é brega, mas fodasse. Deixei passar aquele desejo pois minha língua estava sendo sugada pela mulher mais linda que eu já tinha visto na vida. Ela sem roupa era uma deusa toda perfeita na sua imperfeição.
Era uma potência em cima de mim. Virada no diabo ela pediu para eu chupa-la. Ela enfiava minha cara entre suas pernas e puxava meu cabelo para lá e para cá guiando o seu próprio prazer. Quando ela gozou eu me senti um rei que acabara de tirar uma espada de uma pedra sem esforço algum. Em sua respiração ofegante entendi como naturalmente as coisas acontecem. Minha cabeça entrou no modo de escritor e eu quis correr para o bloco de notas para tomar nota daquela sensação mas logo aquela deusa de ébano me pegou pela nuca e enfiou a língua dela na minha boca até quase sair pela minha nuca. Depois me jogou na cama e montou em mim, cavalgando até eu não aguentar mais e enche-la com meu esperma quente. Ela tremia quando caiu ao meu lado da cama. Teias de aranha tiradas finalmente e de modo triunfal. A comida sempre fica mais gostosa quando se está com fome.
Apesar das recomendações, transávamos quase todos os dias. De todas as formas possíveis. As vezes só para matar o tédio de todos os domingos em que tinha se transformado os dias da semana. Achei engraçado que minha mãe não percebia. Ou percebia e ficava calada. Eu não sei se a questão de sermos primos a incomodava. Talvez ela percebesse que era nada sério. Eu não se para Jade, mas para mim foi muito sério. Pela primeira vez eu pude conhecer o corpo de uma mulher profundamente e pude mergulhar sem medo dentro das possibilidades do meu próprio prazer.
Espelhávamos um no outro não só os olhos mas também a cor de nossa pele, nossa história e passado. Também pela primeira vez não me senti subjugado nem em dúvida. Nem diferente, nem com medo, nem nada. Éramos apenas duas pessoas jovens e saudáveis fodendo num quarto. Eu finalmente era um homem. E só. Com meus defeitos e qualidades e com o direito de aprender com meus erros e acertos.
Cerca de dois meses se passaram e no primeiro relaxamento do lockdown Jade decidiu voltar para casa de sua mãe no Rio. Eu a levei até a rodovia do município. Foi e ainda é muito entranho ver todo mundo de máscara, o distanciamento das pessoas e o nosso também. Por mais que quiséssemos ficar abraçados naqueles últimos momentos juntos não queríamos ser os únicos a não respeitar a nova cultura que foi imposta pelo vírus.
O busão da Andorinhas com uma placa escrito Campo Grande x Rio de Janeiro finalmente chegou. Ela me deu um abraço apertado e seus olhos sorriram acima da máscara preta que ela usava. Senti vontade de lhe dar um beijo e ela pressentindo meu desejo tirou sua máscara pela alça na orelha. Depois cuidadosamente tirou a minha também. Passou os dedos com as unhas sem esmalte no meu rosto. Me beijou profunda e amorosamente por alguns segundos. Não sabíamos se nos veríamos de novo. O medo e o futuro incerto pairavam no ar. Eu queria mais que tudo vê-la novamente em breve. Não só por pela intensidade de tudo que vivemos, mas por uma necessidade de acreditar no futuro. Nada como o medo da morte para nos fazer dar valor as pequenas coisas da vida.
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2019.11.17 22:30 altovaliriano Errata de "Fogo & Sangue" que enviei à Ed. Suma

No dia 15 de junho de 2019, enviei a seguinte errata pra editora sobre Fogo & Sangue (letra por letra, só colei aqui):
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Nunca recebi resposta.
Antes que vocês digam que é pq eu sou chato, quero informar que a própria editora tem um botão para envio de errata.
Isso aí são apenas os erros mais evidentes, nem incluí as traduções polêmicas ou as omissões.
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2019.04.24 02:30 Spookycliquebr Twenty One Pilots para a NME [traduzido]

As filiais da B&Q em Birmingham devem estar fazendo um grande comércio de fita adesiva amarela. Fora do Resort World Arena da cidade, em 27 de fevereiro, os adolescentes estão aplicando-o avidamente ao uniforme verde do exército. À medida que mais tropas descem - com lenços de pescoço amarelos usados ​​como máscaras - é como um elenco para uma versão júnior de The Purge.
Os espectadores podem ser perdoados por presumir que uma demonstração Anônima vai acontecer, mas esta é a Skeleton Clique, superfanbase ferozmente dedicada de Twenty One Pilots, esperando do lado de fora do local seis horas antes do duo de Ohio estar no palco para dar o pontapé inicial no Reino Unido de sua gigantesca Bandito Tour.
Eles fizeram meticulosamente cosplay dos uniformes do vocalista Tyler Joseph e do baterista Josh Dun na arte e vídeos apocalípticos de seu último álbum, "Trench". Alguns se sentam esboçando fotos de seus ídolos. Um aperta um banner estampado com as palavras "VOCÊ SALVOU MINHA VIDA".
É apropriado, porque Twenty One Pilots - com seus principais temas de insegurança, saúde mental e fé - é uma banda perfeita para salvar a vida, uma referência para aqueles que acham que ninguém os entende.
No papel, no entanto, eles são desafiadoramente estranhos. Com "Trench", eles criaram um mundo mítico de alto conceito - que pode confundir até mesmo os roteiristas de Lost. Vagamente, sua trama diz respeito a uma cidade alegórica chamada Dema e os nove bispos ditatoriais que impedem seus habitantes de escapar - e a força rebelde de bandidos que buscam libertá-los. Mas há muito mais do que isso.
Longos sub-threads Reddit são dedicados a decodificar significados ocultos em músicas e decifrar pistas em cada peça de mídia que a banda lança. Há muitos ovos de páscoa: por exemplo, o nome completo de 'Nico' da música 'Nico e os Niners' - um grande inimigo - é Nicolas Bourbaki, que é o pseudônimo coletivo para os cientistas que inventaram a notação de zero - o ø usado na marca de twenty one pilots.
Musicalmente, eles são igualmente pouco convencionais: uma geração Spotify pós-gênero mistura de estilos que facilmente se exercitam através do rap, reggae, R&B, prog, electro-pop, indie - basicamente, eles voltaram a mão para tudo “Canto da garganta mongol”. No entanto, de alguma forma, é verdade que "Blurryface" - seu quarto álbum inovador - enviou o duo estratosférico em 2015, permitindo que o baterista Josh Dun fizesse seus backflips de marca regristrada nos maiores palcos do mundo.
Nos bastidores da arena, os assistentes [de palco] estão montando a elaborada e visualmente espetacular produção de Bandito, que envolve um carro em chamas, e dublê [de corpo] que permitem que um Tyler vestido de capuz desapareça e reapareça, como Houdini, no meio da música, em diferentes partes da arena.
Versões de brinquedos peludos do Ned - o personagem CGI gremlin que eles introduziram recentemente no vídeo "Chlorine" - sobre os alto-falantes. Quando nós primeiro pegamos um vislumbre de Josh - conhecido por suas acrobacias - ele está tocando bateria de ar e fazendo piruetas no ar para suas próprias músicas. Mais tarde, ele e Tyler brigam com os aspiradores de pó que estão sendo usados ​​para aspirar o palco.
Mas eles têm foco de laser. Na música de "Trench", "Bandito", Tyler canta: "Eu criei este mundo para poder sentir algum controle", e você acha que isso se estende a todos os aspectos da banda. Sua pequena equipe de proteção vem de sua cidade natal, Columbus, e tudo o que a NME faz com a banda acontece sob o olhar atento de seu círculo íntimo.
Durante nosso bate-papo de 70 minutos, o gerente da turnê está parado na porta do camarim, aumentando a sensação de que você pode ser transportado para um bunker, emergindo meses depois, reprogramado e enrolado em uma fita adesiva amarela.
Felizmente, a banda é charmosa e solícita. O principal compositor, Tyler, vacila de ser intenso a imbecil ("Nós passamos tanto tempo juntos, eu sinto que sei tudo sobre John", ele brinca com Josh).
Quando ele está dizendo algo revelador, evita o contato visual. Josh é seu lastro lúdico, tendendo a sentar em silêncio e participar apenas quando há uma piada. Nem xinga - nem sequer uma vez. Tendo vindo direto de uma sessão de autógrafos do HMV, Tyler está preocupado com sua voz. "Eu tentei não falar com nenhum deles, mas não posso evitar", diz ele. "Eu fico tipo: 'Muito obrigado por ter vindo, de onde você veio?'"
Eles parecem ser tocados pelos extremos aos quais seus apoiadores foram. Do lado de fora, os fãs até se agitaram vestidas como "bispos" em roupas vermelhas enquanto na Rússia, roupas de banana apareceram na multidão - uma piada sobre como Tyler e Josh, ambos com 30 anos, têm aversão à fruta.
"Nós fornecemos apenas alguns pedaços da inspiração, mas eles são os únicos que se tornaram o motor da coisa toda", diz Tyler. Além de Tyler uma vez "ficar na fila por oito horas, quando The Killers tocou minha cidade natal", nenhum deles foi a extremos extraordinários para seus grupos favoritos. “Nós desejamos que o nível de cultura dos fãs estivesse por perto quando éramos mais jovens”, observa Josh. "Porque muitas dessas histórias sobre como essas pessoas se conheceram e como elas se tornaram melhores amigas quando estão esperando na fila por horas e dias são inspiradoras e legais."
"Blurryface" tornou-se o primeiro disco da história a ter cada uma das músicas certificadas pelo menos em ouro. Quando eles colecionaram o Grammy em 2017 para Melhor Performance de Pop Duo / Grupo para o single "Stressed Out" (batendo Rhianna e Drake, e Sean Paul - um homem que os descreveu como "o novo Nirvana"), eles tiraram seus boxers em o caminho para o palco, lembrando-se de como uma vez eles assistiram ao show de premiação em suas calças em Columbus e disseram: 'Se algum dia ganharmos um Grammy, deveríamos recebê-lo assim'.
É indicativo de sua ambição. Tendo formado Twenty One Pilots como um trio na universidade em 2009, Tyler recrutou Josh e perdeu dois membros em 2011. “Desde o início, tínhamos grandes visões e sonhos de onde queríamos estar, então nada nos pegou de surpresa”, diz Josh , imperturbável. "O que seria mais surpreendente para as pessoas é quantas vezes nos olhamos e dissemos: 'Sim, é exatamente isso que imaginamos e o que vimos'.
Durante o ciclo "Blurryface", eles se lembram de vender pequenos clubes, teatros e arenas no mesmo ano. "Quando você diminui o zoom, você pode pensar: 'Ah, isso foi muito louco'", diz Josh. "Mas nós estávamos em turnê desde 2011 tocando em shows todas as noites, então você está perto demais para perceber isso. É como quando seu tio, que não o viu por um ano, chega e diz: "Você ficou muito alto".
As coisas mudaram, no entanto. Questionado sobre quem é o contato mais famoso em seu telefone, Tyler passa pela sua lista de contatos antes de parar em Chris Martin ("Isso é incrível de dizer em voz alta", ele ri) - o vocalista do Coldplay certa vez deixou uma mensagem de voz sobre a banda. Josh responde: Eu cresci ouvindo uma tonelada de Blink [182], então pensar que nos últimos anos eu me tornei amigo de Mark [Hoppus], é surreal. Quando eu era adolescente, eu nunca teria imaginado que iria trocar mensagens com ele.
Em outubro, quando lançaram 'Trench' - após um apagão de um ano sem envolvimento de mídias sociais ou shows, e uma trilha secreta para os fãs seguirem levando ao seu anúncio - ele só foi derrotado nas paradas por Lady Gaga e Bradley Cooper, com ‘Nasce Uma Estrela'.
Você pode argumentar que é igualmente cinematográfico: as pessoas sugeriram a Tyler que eles deveriam expandir suas promessas distópicas em um longa-metragem. "A intenção nunca foi, 'vamos escrever um disco que tenha força suficiente para se transformar em uma série da Netflix', mas é legal saber que criamos algo com substância suficiente para sabermos que essa pergunta está sendo feita", ele nega.
Além disso, embora camuflada na fantasia, e a mitologia Dema, com suas referências a religiões antigas como o zoroastrismo, "Trench" é, na verdade, uma dissertação sobre saúde mental do final de vinte anos. Nas composições, como nas conversas, Tyler diz suas coisas mais interessantes quando ele não olha nos seus olhos.
Tendo a narrativa preparada “durante anos”, ele tentou introduzi-la em “Blurryface”, cujo personagem principal é uma personificação de sua ansiedade e insegurança. Durante esse tempo, ele até se apresentou com as mãos e o pescoço revestidos de tinta preta - para representar o aperto tóxico de sua ansiedade. A maneira como ele descreve "Trench" é semelhante a um mapa psicanalítico do Google.
"É sobre usar a arte de contar histórias para entender melhor um problema muito menos fantástico que está navegando em sua própria psique e dando a ela um destino e lugares que você deve e não deve ir e os personagens que deve evitar. E isso pode ser encontrado dentro da luta de cada pessoa ”, diz Tyler.
"É interessante que 'Blurryface' - onde criei um personagem que representa tudo o que eu não gostei de mim mesmo e tudo o que estou tentando superar coincidentemente foi o álbum que realmente aconteceu para nós", continua ele. “O fato de sermos forçados a revisitá-lo todas as noites é uma lição valiosa em suas próprias inseguranças pessoais: você trabalha com isso, tenta superá-lo, mas nunca é algo que você pode simplesmente deixar de lado e se separar”.
Um trio de músicas em "Trench", Tyler se vê totalmente demitido e existe "fora da mitologia da série Netflix", como ele diz. 'Smithereens' é uma canção de amor bonitinha, dirigida por ukulele para sua esposa, Jenna Black, com quem ele se casou em 2015. 'Legend', entretanto, é uma homenagem ao seu avô, Bobby, que apareceu na capa do álbum de 2013 'Vessel 'ao lado do avô de Josh. Ele começou a escrever a faixa quando a demência de Bobby começou, mas seu avô faleceu em Março do ano passado, antes que pudesse ouvi-la.
Tyler: “Eu menciono nas letras: 'Eu gostaria que ela tivesse te conhecido.’ E eu estou falando da minha esposa, porque quando ela começou a aparecer, ele ficou pior. Ele costumava ser tão espirituoso e iluminava um quarto e mudava a dinâmica social de qualquer situação, e há centenas e centenas de histórias clássicas, mas quando ela chegou, ele estava indo depressa. Ele era imprevisível, não lembrava os nomes das pessoas, o que era um novo tipo de dor.”
Seus olhos parecem lacrimejar. “Meu pai me contou um momento no final - onde ele se lembrava do meu nome - e perguntou: 'O que o Tyler está fazendo?'. Ele sempre perguntava e meu pai tentava explicar: "Ele está em uma banda, toca música". E ele disse: "Bem, eu quero ouvir uma música".
E isso foi antes de eu escrever qualquer coisa para "Trench". Meu pai está dirigindo o carro e ele continua insistindo: "Bem, eu quero ouvir uma música!". E meu pai não tinha nenhuma música no carro. Por puro desespero, ele liga o rádio e agita o dial algumas vezes e uma de nossas músicas está ligada e ele pode dizer: "Lá - aí está ele e esta é a sua música".
“E assim, de uma maneira estranha, você pode pensar em todo o sucesso e reconhecimento que tivemos, foi apenas para preencher uma pequena história onde meu pai foi capaz de mostrar ao meu avô a música que eu escrevi naquele momento no rádio."
Em ‘Neon Gravestones’, tipo Post Malone, Tyler corre contra a alegoria de alguém tirando a própria vida de alguma forma "glamourosa" em vez de uma tragédia, cantando: "Na minha opinião, / Nossa cultura pode tratar uma derrota / Como se fosse uma vitória”, E a fetichização irresponsável do Clube 27 (“ Eu poderia desistir e aumentar minha reputação / eu poderia sair com um estrondo / Eles saberiam o meu nome”).
"Eu estava com medo dessa música", diz Tyler. “Então, essa música é muito preta e branca. Eu trabalhei duro em cada pronome. Porque eu sabia que era um assunto delicado, a última coisa que eu precisava era que alguém entendesse mal o que eu estava tentando dizer. Eu estava com medo de não me esconder atrás da metáfora. Eu entendo que há riscos em ser mal interpretado ou deturpado. Há uma chance absoluta de ofender as pessoas ou parecer desonra, mas eu realmente queria focar nas pessoas que estão aqui para ouvir. Eu queria apontar algo que gostaria de ouvir quando estiver passando por esses pensamentos.”
Tyler aplaude a nova geração de artistas falando abertamente sobre sua saúde mental e desabilitando o estigma. "Eu acho que nossa cultura, quando se trata de suicídio e depressão, deu um grande salto", diz ele. “Estou tão orgulhoso de que a música tenha liderado a capacidade de falar sobre isso tão abertamente, e falar sobre isso é muito importante. Então, de certa forma, eu realmente sinto que há um grande lado disso que tem sido coberto com "vamos falar sobre isso, tipo, você não é louco, não há nada de errado em apenas olhar quantas pessoas passam por isso".
"Trench" culmina com a abrangente "Leave The City", que Tyler descreveu como uma "crise de fé". Tanto ele como Josh foram criados em lares religiosos. O pai de Tyler era o diretor da escola cristã que ele freqüentava; quando Josh era mais jovem, a maioria da música secular foi banida, deixando-o para esconder contrabando de álbuns do Green Day debaixo da cama.
"Um dos equívocos é por causa de onde estamos e do que conquistamos - e porque as pessoas acham que temos um estilo de vida de rock louco - que aprendemos que não precisamos mais de Deus", explica Tyler. "E não é isso."
“Eu sou o tipo de pessoa que precisa desafiar tudo e minha fé é algo que eu sempre passei por temporadas fortemente desafiadoras e uma vez que eu coloquei em teste e vi o que é, eu sou capaz de aceitar isto. Durante 'Trench', houve momentos específicos em que você conseguiu ver onde eu estava em minhas temporadas de desafio e re-aceitação - e eu definitivamente estava passando por um momento desafiador. ”
“A questão é: preciso de Deus? A verdade é que não tenho resposta para isso alguns dias. Alguns dias eu tenho, e porque eu escrevo músicas, eu escrevo letras - você vai me ver entender. Não posso deixar de abordar esses tipos de perguntas porque é por isso que comecei a escrever músicas em primeiro lugar. ”
Essas grandes questões estão à espreita sob o capô de um carro muito brilhante. A razão pela qual twenty one pilots provaram ser tão bem sucedidos comercialmente é porque as próprias canções transbordam de ganchos. Você não precisa saber que "Leave The City" envolve uma crise existencial - ou exige um guia turístico para Dema - para aproveitar o fato de soar como M83 produzindo My Chemical Romance em sua pompa da Black Parade.
O que não pode ser exagerado é o quão divertido é o espetáculo ao vivo de Twenty One Pilots. Hoje à noite, eles se abrem com Josh segurando uma tocha acesa, incendiando um carro, e assistindo a fusileantes de shows de mágica de Vegas, kits de bateria de multidões, homens vestidos de Hazmat borrifando névoa na platéia, confetes e uma competição para encontrar o melhor pai dançarino.
Não é surpresa que Tyler diga que ele é competitivo: como alguém que já foi oferecido uma bolsa de basquete, pode ser. Coloque-o com outra banda e é como hamsters compartilhando uma jaula.
Quando eles assinaram com o emo-citadel Fueled by Ramen - lar dos amigos Paramore e Panic! At The Disco - Pete Wentz do Fall Out Boy levou-os sob sua asa para martelar isso fora deles. "Ele nos mostrou como ser bons irmãos", diz Tyler. "Quando começamos a tocar localmente, você estaria na lista com outras nove bandas. Você queria que eles explodissem, então você viria e roubaria o show. Quando saímos em turnê como o ato de abertura do Panic! e Fall Out Boy, nós tínhamos a mesma mentalidade, mas Pete disse: "Veja todas aquelas pessoas lá fora - vá e faça fãs".
"E eu nunca percebi...", diz ele com total sinceridade e sem nenhum traço de hipérbole em sua voz - "as pessoas poderiam ser fãs de mais de uma banda. Mas estaríamos mentindo se disséssemos que a vantagem competitiva desapareceu completamente. Queremos ser os melhores - e manter todos os outros afastados”.
Enquanto "Trench" foi escrito principalmente por Tyler em seu estúdio no porão em Columbus e enviado para Josh (que agora vive em Los Angeles), seu acompanhamento está sendo escrito na estrada. Ele irá aprofundar ainda mais no folclore de twenty one pilots. "Há um personagem sobre o qual não se fala que desempenha um grande papel e é provável que este seja o próximo passo", diz Tyler.
Josh, por sua vez, tem um casamento para se preparar, tendo se comprometido com a ex-aluna do Disney Channel, Debby Ryan, em Dezembro. Ele brinca que entrará na igreja com solos de bateria. Mas o que há em ambas as mentes é o final da turnê no Reino Unido - estrelando no Reading e Leeds em Agosto.
“Reading & Leeds é um dos primeiros festivais que assistíamos quando nos conhecíamos”, diz Tyler. “Nós assistíamos a vídeos na internet. Nos concentramos nesse programa há meses, no que a produção vai ser.”
Tyler olha para os sapatos, frustrado consigo mesmo. "Não consigo expressar exatamente como isso é importante, mas estamos muito animados em poder provar que esse é o lugar onde pertencemos. Nem todo mundo está lá na platéia para ver você e você tem que conquistá-los, você tem que trabalhar duro para eles. Há outras bandas tentando se destacar e estamos prontos para tirar a cabeça deles.”
Resistência - liderada por bandidos ou não - é fútil.
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2018.10.05 02:41 DrkSrk -Poesias- (Livro : Ouro Acrético/Minha autoria)

Oceano
Lago límpido
Hábito pouco apreciativo
Ouvinte aceito,criança plena
Sagrada janela de sonhos tema.

Estruturação de uma mente de poucas memórias
Sendo as tais nada além de bons sonhos
Talvez pesadelos numa cortina de fumo e fogo
Razoávelmente sem emoção alguma
Um Diático Ascítrico Sintético Indigno
Também uma vingança de pouco objetivo
Um Cinético energético caótico Místico
Reação violenta ao que persigo
A Moeda tem dois lados mas as Fatias de uma maçã
Contém ainda mais faces desconhecidas num turbilhão
Avermelhado de variáveis e sintetização
O Magnum Opus de um grande Ser Sensação.
De Poucos Fazem-se muitos
E notas não lhes são necessárias
Uma Oração,um sacrilégio silenciado pelas bocas do vento
Maleficência e eficiência em olhos que não enxergam
Ao meu Ouvir,Pois o ver não me é permitido.
Mente,pois,de suas inebriantes propostas
E Sua língua está pregada a suas próprias palavras
Num Fruto De razões Sobrepostas
Término De um domínio de Pregações Severas
E serpenteante Venenosa Obrigação As Tuas Costas.
De quem é a culpa daqueles que não podem ouvir lamentos?
E Talvez não escutam murmúrios lançados a brasa ardente.
Paraíso Perdido de pouca ternura e Banalização
Ouvir Inconsequente,Chorar Sem Olhos,Comer Sem Boca
Um Tato Sem Mãos,Ou O Paladar Sem língua
Conteúdos de um apologético Mistério
A qual se convém a Poucos e jamais aos que testificam
Sapientes subservientes sementes No Plano Cemitério
Mande as mãos que escrevem a fornalha
Então Devorem as cinzas de sua própria falha
Mortificando-se ao justificar erros cometidos por mãos e
O Homem imperfeito nada presente
Retas numa folha de papel sem cantos
Insuperável erradicação fatalista e cataclísmica do
Absurdo fantástico ao que venera-lhe a Mente
Senão o coração A Que Pouco Bate em uma existência Crítica.

P e r o l a s A o s V e n t o s
S e F a z e m S e n t i r
E m o ç õ e s E M o m e n t o s
P a r a R e f l e t i r

Mente perturbada de poucas memórias
Então conturbada com poucas histórias
Nada compara com poucas vitórias
Também maltratada com lágrimas inglórias
E mesmo assim,mente como mente.
Para tudo e para todos deixou de existir
E seu passo frenético de nada se fez
Rotações aceleradas de olhos cínicos
Tomadas por algo apercebível,clínico
Uma manhã,um sonho de enfim se foi
Rota mística de lugar algum
Balões vermelhos que não fazem sorrir
Acrítico,acrílico,acético,Acscendente
Dominós caindo num sonho inconsequente
A fim de que possas enfim,fechar os olhos e.... dormir.

Homem De Poucas Palavras, a um pertenço e Sozinho estou.
Heliocêntricamente Abdicado de meu brilho
Livre Das Amarras Eletrônicas do Martírio
Ambivalente Ator.
E como Metálico,Me comporto em padrões Conhecidos
Agitado Por Imãs Que me põem em linha.
Como Um gênio,Crio Halos Em Meus Tecidos.
Mas Posso Ser Ametal,E não Obedecer as ordens que Continha.
Por Linhas vejo passar um período de tempo
E cada Grupo De Ossos de minha coluna é Alinhado a disposição
Numerado Em Memórias que me trazem a tona,lhes contemplo
Ao que Atomicamente Me Destilei Da raiva E retomei uma nova posição
Sinteticamente colaborado,feito sob medida,incontável
De Muitos Elementos,Balanceado
Ao que Minha valência significa Primeiro,estável
E De vários átomos Posso Me Fazer em liga atado.
Do Raio Que Convêm da tempestade,me Faço Atomico
E Meu Ser,De Alcalino,Se convêm nobre.
Ionificado,Posso Me Tornar Comico
Ser Denso Como ouro,chumbo,ou até mesmo conduzir como Cobre.

Saboreie o retorno a tua ruína
Angustiante procrastinação que o adocica
Nexo ao que prescrito és
Gravado em tenras rochas o faz eterno
Um retorno a alucinação coletiva
E do eterno o material se evidencia.
Numerosas falhas estritas em seu corpo
Escritas na margem do desgosto
Gema dilapidada e escura como a matriz de um segredo
Rota de erros,esculpida de temor e de abominação
O erro do homem se marginaliza numa escada de sangue negro.

As sete horas,o fogo queimou a todos
Mas as chamas saíram de suas bocas
Navios afundaram no álcool em palavras roucas
E o espírito incandescente avaliou-se de fogo
Silencio ecoou pelas florestas pelas bocas queimadas daqueles
Impios,peões de si mesmos ao que afagava-se a balbúrdia
Ao que caíram suas múltiplas cabeças com a espada da angústia
Com o horror que inflamava apartir deles
Olhos sangrando
Gosto rústico de aço e arame
Nomes supondo
Os olhos rutilantes
Sacrilégio ao gosto de rum e aspartame
Tempo que jamais andou durante a passagem
Incendiados por si mesmos,mortos por si mesmos a sua viagem
Conscientes de sua falha,com o arame a volta de seus pescoços
Ao tempo o tempo anda,ao que vivenciam,compostos.

O tempo onde as folhas caem ao chão
Um momento,assopradas pelo vento da unificação
Tanto eu como o destino sabemos desta data
O dia mais importante de minha jornada
No papel está escrito que devo ser como as folhas
Oceano desesperado,de múltiplas escolhas

Achado como aquele que insiste
Homem de miseria num algo que não existe
Lago de minha memoria que persiste
Incomensuravel falha a que caíste

oxɘlʇɘЯ oxɘn mɘƧ oxɘnoɔƨiᗡ oxɘvnoƆ

"Eu sou como fumaça,e passo pelos vãos de teus dedos.
intragável,escapo pelos furos dos potes onde tu me prendes...
improvável,que me catives ao que deixas aberturas por onde eu possa
passar... mas mesmo assim,mutualmente.....
neste enorme jogo de gato e rato ao que tentas me obter,ao que escapo de tuas mãos... somos um e partilhamos da mesma vontade.....
de ter um ao outro,juntos em uma eternidade."

-Réquiem Para o Meticuloso Capitão-
O capitão navega pelos lençóis de água,Desafiando a maré
Tentando buscar e saber ou entender o que é e porque é
O horizonte é equiparável ao pontilhar de sua bússola
Triunfante e exato num oceano de emoção lúcida
O Engatilhar das âncoras, anuncia o destino então alcançado
Torrencialidade em tempestades secas de areia de todo o lado
O Sol então o cumprimenta com severidade em seu calor
Tua alucinação no deserto mostrará quem deve ser a teu valor
O Deserto o chicoteia com ondas de calor escaldante
Tão somente calor enverga aos olhos o pontilhado do horizonte
O seu barco não existe,castigado pelas areias do tempo
Tampouco ao chapéu e âncoras,rasgadas da ilusão pelo vento

O sonhador em sua partida,lembrou-se dos
Segredos que foram enterrados nas nuvens
Orientação que fora feita com líquens
Natureza sólida ao seu redor
Há de haver algo maior e melhor?
Ao que o mundo é belo a tudo o que vê
Do que contêm-se nas gotas de chuva a previsão,prevê
O tempo que sempre andou e sempre irá andar
Regras para um ardor que jamais cessará

Querubins adornam tuas vestes de maneira impronunciável
Uma alva vestimenta perfeita,sob medida volúvel,palpável
E em caminhar-te ao local destinado,as pedras se movem
Ruas se tornam retas e aos velhos se entoa que são jovens
Um ser cujo destino é agradar aos outros,e jamais a si
Bom grado é o que lhe move e gratificação não busca em ti
Inapto ao grande banquete,do lado de fora remanesce
Mas não importa,pois a tudo tem,ao que convêm a ter vem e tem ao que merece

Câncer de suas indústrias que não cessam
Ao tomar vantagem da produção que almejam
Não se importando com o quanto matam
Cerrando os olhos a indiferença que exalam
E ao vapor do trem,as batidas dos carros
Reacendem as brasas dos malditos cigarros
Indicando descaso com a própria vida
Ganhando as custas de gente sofrida
E com muito desgosto
Na palidez do rosto
O que mata não é pessoas,mas o que elas criam,composto

Entretenho-lhe com entrelinhas da alma
Sobriamente apagadas,repulso a calma
Pelos dedos me esvai a vida
E pela mão me esvai a caneta tingida
Louca,vermelha de sangue ao escrever
Horas e palavras sem sentido ao alvorecer
O ponto do fim já vem depressa.
Do tempo me reserva pouco
O vazio do coração me agracia,oco
Psiquê mexida como as notícias que abalam sua vida
Linha retorcida ao que me espera somente o repouso
Alva e com foice afiada e polida
No pescoço pousa e corta a mim,tem bom uso
O tempo não preza,de levar ao que tudo de novo começa.

Obrigações de ouvir sonhos
Barras de ferro não fecham prisão
Riachos não escorrem por canos de diferentes tamanhos
Indiferença ao ouvir minha atenuante razão
Graças a ele podemos ser
Ao ouvir as gotas de orvalho caírem ao relevo
Coração batendo para que haja o florescer
Ao amor que jamais se esvairá com que escrevo
Obrigação é ser,lutar por,viver e assim então,renascer.

Desejo cegar meus olhos para jamais ver
Ensurdecer meus ouvidos para não ouvir
Saciar minha sede de saber palavras de auto preservação
E assim sustentar
Jogos de dualidade ao que a raiva toma a noite
O dia sendo coberto pela macia seda do tecelão.

Rosas sombrias de beleza inigualável
O sonho ambíguo e inseparável
Sensação única e inexorável
Ao manto de pétalas inexplorável
Sagrados gracejos e som inaudível
No lago de seus olhos pesquei
E fisguei a mais bela das rosas de verão
Ganância tê-la só para mim então
Rasurando minha mente com sonhos que nunca serão
A rosa negra que plantou em meu coração
Será lembrança das coisas que virão.

Azul royal brilho salgado
Zumbido angustiado com o gosto de sal
Um mar ríspido de orgulho e mágoa
Languidos a carcaça esmirrada da falha
Royal,imperador absoluto
Oceano impoluto de escolha e resoluto
Yahtzee cruzado,pouco se sabe ao que lhe atravessava
Ao que o mundo que ninguém contava
Labaredas escondidas a sua boca ao que nada falava.
Maestria na obra - supra sumo
Indignado ao conteúdo que consumo
Sonho que teço em minha teia e resumo
Trabalho ao que pouco anseava o amo
Indico com minhas flechas não o cupido mas o sonhador
Com passos lentos presumo e anseio pelo que vem ser,horror
O mundo de caos e linho ao que as flechas apontam a mirar o marcador
Soberano tecido do céu
O véu que cobre o seu rosto intocável
Berílio pó,chumbo corante
E da noite se faz as cinzas cortantes
Retas que não são se tornam,surreal implacável
Amarelo ouro que entorna,e cessa ao que transforma
No mundo,o ideal
O sonho cranial.
Ao que tecem as aranhas
O que encanta as entranhas
Que os ossos não tornem a voltar ao pó de que surgiram
Uma ambientação que não volte a ser principiada no que resumira
E que se tornara e vira.
Os olhos de conhaque brilharam fraco
Imperador e imperatriz,
Mestre e matriz
Príncipe e princesa,rivais por um triz
E os sonhos mirrados são concertados
Retas e linhas são de volta traçados
Ao que nada e tudo se tornam em um
Da dor que tudo sabe se torna sábio de nenhum
Orador da dor
Realidade impossibilitada de existir no ardor
Dera a mim a mão sombria
E a minha face tornara breve o tecido sonhador,e do tecelão que ainda iria
Realizar sua obra,o magnum opus que se tornaria
A realidade que iria vir,e que seria
Adorada e imprescindível
Ordem nesta casa de injustos
Roedores de pés justos
Dentes rasurados ao que malabares robustos
Emaranhados rútilos
Muitas regras ao que o azul royal dera aos seres sustos

Escrevo por poesia pois é minha maneira única
Semblante não o tenho e contemplo do templo a túnica
Corro de vozes e gemidos em onda sônica
Roo minhas unhas em vertigem crônica
E minhas palavras tornam se verso e música,sinfônica
Variações de uma ambientação disposta a ser,harmônica
Ouço a voz retocar me os ouvidos com audição clínica.

Diga-me o que não sei
Da dúvida se faz rei
Dormente nas mãos alguém
De cãibra se faz ser ok.

As engrenagens tem só uma função
Bater e funcionar como um coração
Cordas e válvulas em acordo entrarão
De certo compondo e terminando,sua nobre função.

Eu falo mais por aqui
Uma convivência sozinha e impróspera é tudo o que tenho.
Falo por mim
Ao que meus hobbies não me ajudam a afastar a solidão
Lá do fundo da psiquê a pioram
O que resta de mim então
Mas o que tenho além de suspiros
Ao que meus braços sequer me obedecem
Indo a ser aplacados por um ser invisível
Só me consome por dentro ao que não me apetece
Por
Outros já dei a voz
Roer o céu de estrelas dentro de uma casca de noz
Aqui é meu descanso e destino
Que ficará aqui comigo para sempre,vespertino
Um emblema do sonho quebrado
Ignóbil e mirrado,atado ao desprezado

Procure as você mesmo
Resuma a busca você mesmo
Oculte-se de si mesmo
Cure a ti mesmo
Una se ao mesmo
Resuma a procura pelo mesmo
E encontrará o motivo de ser o mesmo

Ele coordena a vida por parte
Languidamente admira seus livros e arte
E observa os reinos em seu estandarte.

No que deveria sentir me grato. ao que entende que
Algo morrera,preso a máquina
O que se tornara um andarilho de múltiplas facetas
Que sonhos almeja em sua vitrine
Um doce sossego
E um poeril sóbriamente juvenil?
Realizo a mim a escolha que fiz ao sustentar assim o ego
Ver o mundo como eu vejo não é fácil
Eu é que me ato a natureza a que respiro
Ruidosa mente de pouco cria muito.
Olho para ti e lembro deles.
Porém.... o que é?
O o segredo extasiante me põe a prova
Roo as unhas do saber em apreensão
Do que se faz?
O que busca?
Segredos e respostas talvez muito óbvios
Ouvi a sua história
Lhe agradaria ouvir a minha?

Eu me pergunto
Um dia poderão desejos serem realizados?
Tamanha crença nos leva a lugares nunca antes vistos
Ao que muralhas não nos separam dos sonhos.
Lindo ao que o impossível é derrubado e se troca pelo
Verdadeiro.
Eu sei o que busco e espero que um dia...
Zeros tornem se algo novamente e eu possa sonhar como você.

Muitas letras possuo,muita história guardo
Em minhas inúmeras andanças
Morros subi,estradas percorri
Ouvi histórias e as guardei na lembrança
Rios atravessei com meu maquinário
Impios derrotei com meus diálogos
A mim se percorre o dom
Sábio de guardar a memória dos seres em claro e bom tom.

Andava em zona de guerra.
Não havia ninguém nela senão soldados.
Andava com flores.
E eles com armas.
De tanta luta e sangue,o mundo tornou-se sem graça ou vida
E agora,ando com armas em meio as flores
Do contrário não viveria para ver o pôr do sol.

Alguma Vez já lhe disseram que até o futuro tem fim?
Na beira do espaço eu aviso estrelas de sua direção.
Atualmente há mais poeira do que estrelas. talvez assim
Linguagem louca,pare de entoar esta canção
Indico aos fogos e faço fatos
Tato se torna inexplicável num mundo exato
Imito e limito ao prático
Cacos de céu plástico
O Minério Eu desfaço com olhar analítico

Lenda brilhante inalcançável
Um sonhador preso a seu próprio amor a terra.
Ao que busca girar,se equiparar ao astro rei amável

Na escuridão do tecido,o berço de prata não mente ou erra
O turbilhão de estrelas ao sonho escurecido não é afável
Voam,cintilantes,ao destino final,sem paz ou guerra
A torno da majestade dos céus,de brilho emulável.

A natureza dos sábios a trouxe a mim em busca de resposta.

Não sabia o porque queria saber.
As linhas de seu martírio,sobrepostas
Também escondiam feridas incuráveis do viver.
Uma vez,um sábio me disse
Razão nenhuma encontrará nas coisas do ser
E somente ao sentir o universo como sentisse
Zumbidos de fundo,encontraria assim o que procura obter
A não ser que seja para ganho próprio

Da água não vem óleo,transformação não vem só por querer
O sonho do homem não se convêm a si,sóbrio
Somente sendo livre das amarras de si poderá então crer.

Somente abrindo os seus olhos e aspirando o que pode alcançar
A vida então poderá lhe ser tragável
Boa sabedoria que se possa realizar
Indagando por acontecimentos causados por gente afável
O sonho não morre,sendo sustentado pela coluna da vida a laçar
Somente assim o sábio encontrará o fim de sua jornada proposta.

Liso como o papel do qual compõe-se a obra
Escamoso como a pele de uma venenosa cobra
Se tiro do resto nada sobra
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2017.10.20 17:45 masquegrandeporra Pérolas do Dia-a-Dia

Pérolas do meu Dia-a-Dia ou o porquê de o País ser como é.
(digo o nome da nossa empresa) Em que posso ser útil ?
Cliente -Bom Dia, tenho uma caldeira avariada e queria assistência.
não trabalhamos com caldeiras, somos uma empresa de computadores
Cliente - Ah então passe-me ai ao pessoal das Caldeiras.
Lamentamos mas isto é uma empresa de informática, não trabalhamos com caldeiras
Cliente - Então e sabe-me dizer o número de telefone do representante das caldeiras ? Daquelas da marca qualquercoisaquenãopercebi.
Ouça, somos uma empresas que não tem nada a ver com isso, tente procurar pela marca e portugal no google
Cliente - Oh o senhor está é de má fé e não me quer dar o número para não perder negócio!.
Cliente - Bom Dia, epah já vos encomendei x,y peças e elas nunca mais cá chegam!
Vamos ver o que se passa então, diga-me o número da encomenda
Cliente - xxxxxxx isto é uma falta de responsabilidade vossa e de profissionalismo.
Sr. a sua encomenda encontra-se ainda por pagar, apenas enviamos após pagamento (como descrito a letras garrafais no site)
Cliente - O quê ? Mas eu só quero pagar depois de ter o material e ver que está tudo a funcionar.
Lamentamos mas não enviamos à cobrança nem temos período de avaliação apenas por pagamento antecipado.
Cliente - Mas quando fiz a encomenda isso não dizia em lado nenhum !
Cliente – São da empresa XXXXXX ? (nossa concorrente)
Não somos essa empresa, trabalhamos com eles mas não somos de facto a empresa.
Cliente – então dê ai o número deles fachabor
Não tenho ao meu dispor o número, faça pesquisa no google
Cliente – Fodasse amigo custa-lhe muito pesquisar o número e dar-mo ? Estou em horário laboral sabe ?!
Cliente – Boas ! Olhem eu recebi a vossa encomenda há 1 mês mas só agora é que tive tempo para instalar mas isto não funciona com o meu aparelho!
(depois de identificar o porquê) Pois comprou material de uma marca diferente que não é compatível com o seu aparelho, nas especificações está disponível uma tabela com os aparelhos compatíveis
Cliente – Então e agora ?! Quero devolver isto, vocês deviam meter isso no título para uma pessoa saber !
Lamentamos mas já passou o prazo de devolução
Cliente – O quê ?!!! Então isto não funciona e agora não devolvem !! vou já ai falar consigo de homem para homem e vai ver que mo devolve
(não fazemos venda ao público apenas na net) Aparece o cliente num dos nossos armazéns
Cliente - Mano ! tudo bem vim aqui comprar isto !
Desculpa mas não vendemos ao público tens de fazer a compra online
Cliente – Então ? gastei gasosa para vir aqui e não vendem ?! Onde é que isso está escrito ?
No site, nossa publicidade, em todo o lado basicamente
Cliente – Epah mano vende lá, já vim aqui ao menos faz um descontozinho sou ganda cliente vosso estou sempre a comprar merdas
Então utiliza os pontos que essas compras te dão para obteres descontos.
Cliente – Fodasse vou meter 1 estrela no vosso site merda de empresa nunca mais compro aqui.
Depois saio do trabalho e apanho com uma fila enorme ! Depois de 1.30 na fila chego ao problema , 1 das vias está cortada porque um sujeito com um BMW espatifou-se contra o rail e a parte da frente sumiu-se, isto porque é sempre a bombar a 200 quer esteja chuva ou sol e é apenas o 10º acidente que apanho nesta auto-estrada esta semana. Mas as pessoas em vez de continuarem a andar até porque existem mais 2 faixas de estrada gostam de ver a carnificina.
No dia a seguir, estamos a contratar pessoal através do IEFP mas não está a aparecer o anúncio, ligamos para uma assistente Função-pública do best. ‘’ ah não sei... deve ser com o meu colega que ele é que percebe disso, dê-me o seu contacto que vou almoçar e depois peço-lhe para ele lhe ligar ‘’ E depois eu penso... calma, isto é uma situação transversal a toda a europa, vais sair desta bela merda de país para quê ? Mas vontade não falta... enfim precisava de desabafar.
Edit: Montes de Formatação Só mais uma que aconteceu agora
(nome da empresa) Em que posso ajudar?
cliente: Donde fala ?
(repito o nome da empresa)
cliente: Ah pois andei a pesquisar na net e vi o vosso número, olhem é o seguinte onde é qu'osenhores ficam?
Não fazemos venda ao público etc..etc..etc...
Cliente: Como ? Epah não ouço nada qu'osenhor diz
Não fazemos venda ao público etc..etc..etc...
Cliente: Oh então mas eu preciso de peças, e agora? Tem de me desenrascar, bem mande-me la isso a cobrança então, os meus dados são estes
Tem de fazer a compra pelo site
Cliente: Os sóres têm representação em mafra ? Preciso de carburadores\merda qualquer de automovel que as minhas estão gastas
Desliguei o telefone, já não aguento....matem-me.
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2017.08.09 20:58 feedreddit Os privilegiados estão preparados para a verdadeira meritocracia?

Os privilegiados estão preparados para a verdadeira meritocracia?
by Ana Maria Gonçalves via The Intercept
URL: http://ift.tt/2ftOtur
A palavra “meritocracia” surgiu em 1958 no título do romance distópico e satírico “The Rise of Meritocracy”, do sociólogo e político britânico Michael Young. Foi escrito para ser uma crítica ao sistema educacional adotado na Inglaterra nos anos do pós-guerra, que dividia e preparava de maneira diferente as crianças da elite e as do povo, destinando a elas futuros também bastante distintos.
O romance previa que, em 2034, haveria uma grande revolução fomentada pela desigualdade social advinda do elitismo educacional e, finalmente, a “meritocracia” elitista seria superada por sistemas que levassem em conta as condições sociais e culturais dos indivíduos.
Em 2001, Young escreveu um artigo dizendo-se bastante infeliz com o rumo que sua crítica havia tomado desde que a direita, ignorando o conteúdo do livro, havia se apropriado do termo e revestido-o com características positivas. Um dos grandes medos do sociólogo era de que a meritocracia se tornasse hereditária, como de fato se tornou, aprofundando e naturalizando as desigualdades sob a justificativa de que todos, caso se esforcem e se dediquem, podem alcançar o sucesso profissional.
Se houver oportunidade para se mostrar mérito e o mérito aparece – algumas vezes, surpreendendo o privilégio e desagradando os privilegiados.Neste excelente artigo publicado na The Atlantic, sob o sugestivo título de “A meritocracia funciona? – Não se a sociedade e as universidades continuarem falhando em separar riqueza e mérito”, o escritor e editor Ross Douthat escreve:
“Nesta meritocracia hereditária, as crianças mais privilegiadas não apenas frequentarão escolas com outras crianças privilegiadas, mas também se casarão com outra/o privilegiada/o e se estabelecerão em uma área privilegiada – tudo o de melhor para garantir que seus filhos terão todas as vantagens culturais que tiveram ao crescer.”
Transportemos esta ideia de meritocracia da escola para outras áreas, como a literatura, por exemplo, e podemos perceber a atuação dos mesmos mecanismos. Quando questionados sobre a falta de mulheres ou de negros nas listas de convidados para os principais eventos literários, curadores (geralmente, homens brancos – ou seja, os mais privilegiados), dizem que não levam em conta raça ou gênero, mas apenas a qualidade do trabalho – ou seja, o mérito.
Tanto em uma situação quanto em outra, tal meritocracia é uma grande falácia, por não se sustentar em um sistema que se baseie em oportunidades iguais de prova de mérito. Sem que a todos sejam dadas as mesmas condições, a mesma visibilidade e a mesma representatividade, como realmente saber se os melhores foram mesmos os escolhidos, e não apenas os mais privilegiados, os melhor relacionados, os mais midiatizados?

Abrindo espaço

A FLIP 2017 nos trouxe muito a pensar nesse sentido. Pela primeira vez em suas 15 edições, o número de mulheres convidadas se equiparou ao dos homens. Nestes quinze anos, mulheres compuseram apenas 1/4 do elenco de convidados principais, como nos mostra este artigo de Natália Mazotte, que também traz outras informações bastante interessantes. Também pela primeira vez, escritoras e escritores negras/os representaram 30% dos convidados, provavelmente atingindo um número que não deve ficar muito longe do que representaram em todos os outros anos juntos. Será que, com esta composição, foi a FLIP da falta de mérito?
Os números dizem que não. De acordo com levantamento da livraria oficial do evento, os livros mais vendidos foram:
1º – Na minha pele, de Lázaro Ramos
2º – A mulher dos pés descalços, de Scholastique Mukasonga
3º – Lima Barreto – Triste visionário, de Lilia Moritz Schwarcz
4º – Nossa Senhora do Nilo, de Scholastique Mukasonga
5º – Com o mar por meio, de Jorge Amado e José Saramago, organizado por Pílar Del Río e Paloma Amado
6º – Esse cabelo, de Djaimilia Pereira de Almeida
7º – Diário do hospício / Cemitério dos vivos, de Lima Barreto
8º – Para educar crianças feministas, de Chimamanda Adichie
9º – O vendido, de Paul Beatty
10º – Bíblia: Novo Testamento – Os quatro Evangelhos, traduzida por Frederico Lourenço.


É interessante notar que sete foram escritos por autores/as negros/as e um deles é a biografia do autor negro homenageado, Lima Barreto. Cinco foram escritos por mulheres, que também organizaram mais um deles.
O ponto aqui é: se houver oportunidade para se mostrar mérito, o mérito aparece – algumas vezes, surpreendendo o privilégio e desagradando os privilegiados.
Uma das principais reclamações foi a de que esta edição da FLIP não contava com nomes de peso ou grandes estrelas da literatura mundial. Na verdade essa é uma reclamação que pode ser interpretada através da insatisfação de algumas editoras, que disseram ter oferecido grandes nomes para a programação que, desta vez, não se deixou pautar pelas ofertas fáceis. A grande estrela, na verdade, foi a professora Diva Guimarães, cuja participação provavelmente teve muito mais impacto do que poderia ter uma declaração de qualquer outro escritor ou escritora que pudesse ter vindo para ocupar o lugar de nome de peso.
O que a curadoria do ano passado fez, ao ter uma lista de convidados formada inteiramente por escritores e escritoras brancos, foi também abrir mão de momentos como esse. O depoimento de dona Diva foi possível apenas porque, do palco, a presença de Lázaro Ramos, a repercussão do seu livro falando de questões raciais e o ambiente receptivo e seguro promovido por suas falas estimulou a fala e a presença dela. A curadoria corajosa e responsável de Josélia Aguiar conseguiu mudar não apenas a programação, mas sua recepção por parte do público. E é assim também que a literatura funciona: através de sua interação com quem a lê.
Estamos tirando-os daqueles lugares que sempre tiveram como garantidos, embora nem todos tenham precisado se esforçar para atingi-los ou continuar habitando-os.A mudança se via pelas ruas, com um público que, sentindo-se representado e instigado pela presença de escritores e escritoras a quem vinham, através dos anos, dando visibilidade. Era quase unânime a percepção de todos de que havia uma energia diferente e mais pulsante do que nas edições anteriores. Via-se também manifestações contrariadas, embora contidas.
Assistindo a boa parte das mesas de um local reservado para convidados e patrocinadores, não havia como não perceber alguns muxoxos, olhares atravessados, sussurros de espanto ou discordância. Li também algumas avaliações bastante mal humoradas, que não por acaso foram escritas por homens brancos. Devem estar preocupados, porque estamos nos movimentando. Estamos tirando-os daquele lugar que sempre tiveram como garantidos, embora nem todos tenham precisado se esforçar para atingi-lo ou continuar habitando-o.
O efeito da mudança tem sido benéfico também em relação a outras feiras e festas literárias. Depois da FLIP, já recebi pelo menos três convites que vieram com uma proposta diferente, querendo também participar e promover uma discussão que, mesmo não acontecendo o tempo todo em Paraty, estava lá: nas caras, nos corpos, nas posturas, nas fricções.
Aguardo ansiosa outro evento que também foi fruto das ausências de Paraty 2016: o Mulherio das Letras, coordenado pela escritora Maria Valéria Resende. Estamos nos articulando e nos movimentando. Quem ficou parado até agora, que corra atrás.
Foto em destaque:o ator Lázaro Ramos durante sua participação na 15ª edição da Flip, em Paraty. Bruno Santos/ Folhapress
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2015.04.17 23:39 gutoprica Um Deus que ama a beleza.

“Ele fez tudo apropriado ao seu tempo”. Ec. 3:11.
“Uma coisa pedi ao SENHOR; é o que procuro: que eu possa viver na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do SENHOR e buscar sua orientação no seu templo.” Sl. 27:4.
Tudo o que Deus criou é bonito! Nada no Universo é sem cor, forma ou estilo. Ele transforma cinzas em beleza. Ele é o “Cântico dos Cânticos,” o “Oleiro,” o “Senhor da Beleza”. Ele é belo. As Artes revelam o Criador através da Música, palavras, cores, Design, equilíbrio, movimento, harmonia, ritmo. Davi disse que as estrelas cantam a glória do Senhor e existem físicos, hoje, que acreditam que é bem possível que os planetas vibram em perfeita sintonia. No sétimo dia da criação, Deus descansou. Não devemos pensar nesse descanso em nível de cansaço comum, porque Deus não sofre de fadiga. Devemos pensar nesse descanso como um tempo para contemplar a beleza da criação, saborear a qualidade de tudo o que Ele criou. Os atributos de Deus revelados através das Artes são: beleza, descanso e celebração. O propósito de Deus para essa área é nos renovar e nos restaurar, proporcionando-nos alegria pelo nosso trabalho.
Sou um artista cristão ou um cristão que é artista?
Os artistas cristãos de hoje em dia têm muita dificuldade para compreender o propósito de seus talentos. Se sua obra não fala diretamente sobre Jesus, ela ainda tem algum valor? Eles devem ou não trabalhar em produções com não-cristãos? Quando alguns vêem uma construção magnífica, ou uma pintura, uma peça teatral, ou um espetáculo maravilhoso, eles tendem a perguntar se a produção foi realizada por cristãos, como se isso validasse a beleza. Porém, a beleza em si já é um atributo de Deus. Colocar um adesivo escrito Jesus sobre as coisas, não as tornam mais bonitas. Pregar o Evangelho pode ser bonito, mas, a beleza, não traz uma mensagem adicional necessariamente. Podemos ter arte e beleza nas igrejas, mas a arte não tem de estar diretamente relacionada com uma expressão eclesiástica, para poder revelar Deus.
Qualquer coisa, incluindo tipos de música, notas musicais ou instrumentos podem ser utilizados para o bem ou para o mal. Não existe algo como notas musicais demoníacas, ritmos ou instrumentos demoníacos. Satanás não é o dono de nada disso, assim como ele não é o dono da lua, dos cogumelos ou das cores. Tudo é criação de Deus. Qualquer coisa que Deus tenha feito pode ser usada para adorar Satanás, mas também, pode servir para revelar Deus. Temos a tendência de achar que as músicas antigas são mais espirituais e que qualquer coisa muito moderna se torna suspeita, ou então, má. Obviamente, isso tem mais a ver com gosto pessoal que com Deus. Nós escutamos satisfeitos, os bonitos hinos luteranos, pois, eles revelam virtudes espirituais. O que a maioria de nós não sabe, é que Lutero colocou letras cristãs nas músicas favoritas dos bares da época. Eu queria saber o que os cristãos alemães daquele tempo pensaram dessas músicas populares sendo usadas pela igreja.
As Escrituras revelam três temas na Música
Ao estudarmos artes e música nas escrituras, encontramos registrados três temas: adoração, é claro, canções nacionais ou políticas e canções de amor. Uma canção de amor ganhou um livro inteiro – Cantares de Salomão. Atualmente, adoração, hinos, louvor e salmos são todos considerados importantes, mas, perdemos a capacidade de celebrar o amor humano e o amor pela nação. Se observarmos os hinos nacionais do mundo todo, você vai perceber que a grande maioria deles, escritos antes de 1970, mencionam Deus e Suas bênçãos. Até o Século passado, era entendido que Deus está envolvido na vida política de uma nação, até que algumas nações começaram a remover de seus hinos essas referências a Deus.
Será que foi por causa da secularização do país ou por causa da igreja, que perdeu a compreensão da atuação de Deus na área Política? Onde estão as canções de amor? Nossas ondas sonoras estão abarrotadas com mensagens de amor que são, no mínimo, degradantes ou lascivas. Porém, quando um músico que seja cristão escreve e apresenta uma bela celebração de amor humano, nós o acusamos de estar sendo “secular” ou de não estar sendo fiel à sua fé, não apresentando Jesus. As Escrituras celebram todos esses temas da Música e os usam para revelar Deus.
Se definirmos ópera como uma história em forma de música, então em Dt. 32, Moisés nos apresenta uma ópera muito antiga, senão a primeira a ter sido criada. Esse impressionante líder político entendia tanto a importância da Música na vida de uma nação que, ao final de sua vida, compôs uma obra que continha princípios importantes a serem lembrados por seu povo. E Moisés recitou as palavras desta canção, do começo ao fim, na presença de toda a assembléia de Israel…
As disciplinas das Artes
Assim como a Ciência, Deus governa as Artes por meio de Leis que regem cada disciplina: leis de Estética, Harmonia, Ritmo, Dissonância, Cor, Forma, Design, Estilo, Espaço positivo e negativo. Seja na Dança, na Escultura, na Pintura, na Literatura ou na Composição Musical, todos os artistas compreendem que existem princípios através dos quais cada uma dessas disciplinas funciona. Dominar esses princípios é fundamental para obter habilidade. Talento, então, é fazer esses princípios desaparecerem em meio à expressão artística. Pessoas “não-salvas” criam coisas belas porque são feitas à imagem de Deus. O único problema, é que elas não se dão conta de quem é a fonte de seu talento ou de seu amor pela beleza. Eles não conhecem quem lhes deu seu talento, mas, ainda assim, seu talento celebra Deus. Eles não sabem a quem agradecer. Mas, o fato deles conhecerem, ou não a Deus, não muda a beleza de suas criações. Nem palavras em Hebraico podem tomar uma melodia mais bonita. A beleza tem um valor intrínseco, ta! como a extensão da natureza e do caráter de Deus.
Morno
Muito daquilo que hoje chamamos de Música e Arte cristãs, é, no mínimo, medíocre. Talvez, porque pensamos que a única coisa que importa é se essas falam sobre Deus. E importante apresentarmos a mensagem de Cristo. Contudo, é tanto um absurdo quanto um perigo, pensarmos que a única coisa que importa num cirurgião é o seu amor por Deus e que sua técnica em cirurgia não é relevante. O coração do indivíduo e a destreza de uma profissão são duas coisas diferentes e Jesus é Senhor sobre essas duas coisas. Como pessoas que cremos no Deus Criador, você e eu temos de valorizar tanto a prática quanto a postura correta diante Dele. Temos de celebrar a beleza pelo próprio valor dela, porque Ele é o Senhor do Belo, o Criador de todos os dons, e também, temos de promover o relacionamento do artista com Cristo, o Criador de seu talento.
Não existem tribos, nações ou culturas que não tenham Arte, Música ou Esportes. Beleza, canções e celebração existem antes da Humanidade. Eram expressos em Deus, antes de existirmos e até hoje O revelam. Não precisamos justificar o nosso amor pelos Esportes ou Artes como uma oportunidade para evangelismo. Podemos ou não achar isso apropriado. Não há problema em desfrutarmos dos dons e talentos dados por Deus somente pelo seu valor natural. E uma forma de adoração ao Criador.
Temas para procurar quando você estiver estudando e colorindo o que as Escrituras dizem sobre Artes e Entretenimento: música, design, esportes, dança, cultura, vestuário, poesia, literatura, destreza, cores, esculturas e beleza.
A área das Artes e Entretenimento revela: o Cântico dos Cânticos, o Oleiro
O principal atributo de Deus revelado através das Artes e do Entretenimento: Beleza
Deus governa essa área através: das Leis de cada disciplina
Quer você tenha talento usando seu corpo, ouvidos ou olhos, seu talento é uma celebração de Deus e uma parte do Seu chamado em sua vida. Fomos criados para celebrar Beleza e Alegria, como também, para precisar delas. Você é parte da resposta de Deus para essa necessidade. Tudo que Ele criou, quer no micro ou no macrocosmos, é belo e foi criado com som. Então, esteja você celebrando através do trabalho da igreja ou ministrando para os não-crentes, você está servindo a Cristo. Você e testemunha Dele através de suas habilidades e de sua vida. Você não precisa justificar o seu talento, fazendo material religioso ou ajoelhando em oração quando se sair bem, apesar de poder fazer os dois. Seu talento é justificado por ser parte da natureza e do caráter de Deus em você. E parte de quem Ele é e de como Ele fez você. O talento que você tem revela Deus. O mundo precisa de seu talento e da celebração da Beleza e da Alegria que Ele traz. Não impeça o seu talento de fluir. Vamos começar a Nova Renascença.
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